A maioria das empresas B2B gera leads por impulso: uma campanha lançada, um evento, uma ronda de prospeção intensa. O resultado aparece. Depois o esforço abranda e o fluxo também.
O problema está na ausência de um sistema de geração de procura que funcione de forma contínua, com ou sem intervenção direta da equipa.
Sem essa infraestrutura, a equipa comercial alterna entre fechar negócios e gerar leads. Quando está a fechar, não está a prospetar. Quando volta à prospeção, o pipeline está vazio.
É um ciclo que se repete e que cresce em amplitude à medida que a empresa escala.