Em B2B, o perfil de LinkedIn de um fundador ou de um comercial vale mais do que a página da empresa. É lá que o comprador vai confirmar com quem está a falar antes de responder a um e-mail ou aceitar uma reunião. Um perfil tratado como currículo online desperdiça isso. Um perfil tratado como ativo comercial abre portas.
Currículo vs. ativo comercial
A diferença é de propósito. Um currículo descreve o que fizeste. Um perfil comercial responde à pergunta que o comprador faz: "esta pessoa percebe do meu problema e vale o meu tempo?". Tudo no perfil deve servir essa pergunta, não a tua história profissional.
O que torna um perfil forte
- Título (headline) orientado ao problema que resolves, não ao cargo. "Ajudo empresas B2B a tornar o pipeline previsível" diz mais do que "Diretor Comercial".
- Secção "sobre" na perspetiva do comprador: que problema resolves, para quem, com que resultado. Não é sobre ti, é sobre o que o leitor ganha.
- Prova: casos, resultados, recomendações. A credibilidade constrói-se com evidência, não com adjetivos.
- Perfil completo e ativo. O LinkedIn favorece perfis completos, e o alcance de cada publicação depende da força do perfil. Um perfil ativo, que publica e interage, tem muito mais alcance do que um parado.
O perfil é o começo, não o fim
Um perfil forte sem atividade é uma montra fechada. O valor vem de combinar o perfil com conteúdo consistente (ver marketing de conteúdo no LinkedIn) e com prospeção estruturada. Quando a equipa comercial liga os perfis ao Sales Navigator e ao CRM, o LinkedIn deixa de ser vaidade e passa a ser canal de pipeline.
Como a SmartLinks trata isto
Trabalhamos os perfis dos decisores e da equipa comercial como parte do Sales Engine e do Demand Generation: otimizados para o comprador, ativos com conteúdo e ligados ao processo de vendas. O objetivo não é ter um perfil bonito, é ter um perfil que gera reuniões.
Se a tua equipa comercial tem perfis parados ou orientados a currículo, está a deixar pipeline em cima da mesa. O Diagnóstico mostra o potencial.