O IGTV, o formato de vídeo longo que o Instagram lançou em 2018, já não existe: a Meta descontinuou-o em 2022 e integrou as suas funcionalidades no vídeo normal e nos Reels do Instagram. Se procuraste "IGTV", a mensagem prática é simples: o formato mudou de nome e de lógica, e o que interessa hoje é como uma marca B2B usa vídeo no Instagram, não uma funcionalidade que já não está lá.
O que mudou
O Instagram deixou de separar o vídeo longo (IGTV) do resto e passou a tratar quase tudo como vídeo, com os Reels (formato curto e vertical) a dominar o alcance. Para uma marca, isto simplifica: um único tipo de vídeo, com o curto a ter prioridade na distribuição.
O Instagram serve marcas B2B?
Depende do teu comprador. O Instagram é uma plataforma de forte carga B2C, e para muitos negócios B2B não é o canal de maior retorno (o LinkedIn costuma ser mais direto). Mas pode ter lugar quando:
- O teu comprador está lá em contexto pessoal e a marca precisa de notoriedade.
- Fazes employer branding e cultura, para atrair talento.
- Tens produto ou serviço visualmente demonstrável.
A regra é a mesma de qualquer canal: só faz sentido se o conseguires ligar a um objetivo de negócio, não por estar na moda.
Vídeo que trabalha, não vídeo que enche
Se decidires usar vídeo no Instagram, aplica-se o que vale para qualquer conteúdo B2B: objetivo claro, formato certo, legendas (é visto sem som), e ligação a um passo seguinte. Um Reel bonito que não leva a lado nenhum é entretenimento, não marketing. Aprofundamos o método em vídeo no marketing de conteúdo.
Como a SmartLinks trata isto
Não recomendamos canais por moda. Avaliamos se o Instagram faz sentido para o teu ICP e, se fizer, tratamo-lo como peça do Content Engine, ligada ao CRM, não como uma conta a alimentar por hábito.
Se andas a produzir vídeo para redes onde o teu comprador não está, é esforço a fundo perdido. O Diagnóstico ajuda a escolher os canais certos.