Online, a velocidade importa. Mas importa por razões que mudaram, e vale a pena separar o mito do facto: a velocidade afeta muito a experiência e a conversão, e afeta o SEO de forma sobretudo indireta.
O impacto no negócio é direto e está documentado. Segundo dados citados pela HubSpot, 47% dos utilizadores esperam que uma página carregue em dois segundos ou menos, e a taxa de conversão cai à medida que o tempo de carregamento sobe: uma página que carrega em 2,4 segundos converte melhor do que uma que demora mais de 5 segundos. Cada segundo a mais custa visitantes e receita.
Aqui é preciso rigor, porque muito do que se escreve sobre isto está desatualizado. A Google tratou a velocidade como sinal desde 2010 e reforçou-o em 2018 para mobile. Mas em abril de 2023 atualizou os seus sistemas de classificação e retirou a "page experience" (que inclui a velocidade) como sistema de ranking próprio.
Ou seja: a velocidade deixou de ser um fator de ranking direto e isolado. Isso não significa que seja irrelevante para o SEO. Um site lento perde utilizadores, aumenta a taxa de rejeição e dificulta o rastreamento e a renderização, o que prejudica indiretamente o desempenho orgânico. E na era da pesquisa por IA, conteúdo que renderiza mal ou depende de JS pesado é conteúdo que o motor pode não conseguir ler nem citar.
Tratamos performance como parte do SEO técnico e da experiência de conversão, não como um número isolado. No SEO & AI Search e na infraestrutura de conversão, garantimos que o site é rápido para o utilizador e legível para o motor, que é o que importa hoje.
Se o teu site é lento, estás a perder conversão agora e a dificultar a leitura por parte da IA. Mede o impacto no Diagnóstico.
Fontes - HubSpot, page load time e conversão - Google, guia dos sistemas de ranking