No final do dia, as empresas querem uma coisa: vender mais e melhor. Em B2B, o maior desafio para lá chegar é captar a atenção dos decisores certos nas empresas certas. É aqui que o Account-Based Marketing (ABM) muda o jogo. Em vez de gerar o máximo de leads possível, o ABM concentra o esforço nas contas com verdadeiro potencial de retorno.
Ao contrário da abordagem tradicional, focada em volume, o ABM ignora a multidão e trabalha a individualidade de cada conta de alto valor, com mensagens e campanhas personalizadas. A mesma proposta ganha ângulos diferentes consoante o decisor: um diretor financeiro quer ver ROI e redução de custos; um diretor de operações quer ver eficiência e automatização. Cada persona recebe exatamente a informação que lhe é relevante.
Métricas que interessam: taxa de conversão das contas-alvo, envolvimento, valor médio dos negócios fechados, receita gerada pelas contas-alvo, CAC e retenção.
O ABM só escala com as ferramentas certas por baixo. Um CRM como o HubSpot alinha marketing e vendas, automatiza processos, segmenta e personaliza a comunicação. Sem esse sistema, manter o foco conta a conta torna-se impraticável. Sinais de intenção também ajudam a saber que contas trabalhar primeiro, um tema que desenvolvemos no artigo sobre Buyer Intent.
O ABM é mais do que uma tática, é uma forma de construir relações de valor com as empresas que realmente contam. No nosso trabalho de Sales Engine e Demand Generation, montamos o ABM sobre o CRM, com vendas e marketing alinhados nos mesmos alvos e nas mesmas métricas.
Se andas a gerar leads a granel e poucas viram negócio, talvez o problema não seja a quantidade, seja o foco. Vê no Diagnóstico.
Referências - HubSpot, Account-Based Marketing - TechTarget, métricas e KPIs de ABM