Quando se fala em marketing de influência, pensa-se em influencers de redes sociais a promover produtos de consumo. Em B2B, isso raramente funciona, e não é aí que está o valor. A influência que move um comprador B2B não vem de quem tem mais seguidores, vem de quem tem mais credibilidade no tema: especialistas, pares do setor, clientes satisfeitos e as próprias pessoas da tua empresa.
O comprador B2B não decide uma compra de dezenas ou centenas de milhares de euros porque um influencer disse que era bom. Decide com base em prova, reputação e confiança de fontes que respeita. O alcance por si só não convence; a credibilidade convence. Um post patrocinado com muito alcance vale menos do que uma recomendação de alguém que o comprador considera autoridade.
A influência não é uma campanha avulsa, é uma camada que reforça a aquisição: dá credibilidade ao conteúdo, peso à prova e confiança ao pipeline. Ligada ao Content Engine e à presença dos decisores (ver marketing de conteúdo no LinkedIn), transforma reputação em procura.
Trabalhamos a influência como autoridade e prova, não como alcance pago: especialistas, advocacy da equipa e casos de cliente ligados ao sistema de Demand Generation. O objetivo é construir credibilidade que fecha negócios, não notoriedade que não converte.
Se dependes de alcance pago para ser notado mas a credibilidade não acompanha, estás a comprar atenção sem confiança. O Diagnóstico ajuda a reequilibrar.