Perseguir seguidores é uma das formas mais fáceis de gastar orçamento sem gerar receita. Um número grande de seguidores fica bem numa apresentação, mas em B2B não paga contas: o que paga é chegar às poucas pessoas certas, nas empresas certas, e levá-las a avançar. A pergunta não é "como ganho mais seguidores", é "como ganho a atenção de quem pode comprar".
Seguidores, likes e alcance total são métricas de vaidade quando desligadas do negócio. Sobem sem que a receita mexa, e criam a ilusão de progresso. Pior: otimizar para seguidores empurra o conteúdo para o que é popular, não para o que atrai o comprador. Uma conta com dez mil seguidores errados vale menos do que uma com quinhentos decisores do teu ICP.
O alcance só interessa se puder ser ligado ao que acontece a seguir: quem interagiu, quem visitou o site, quem entrou no funil. Isso implica ligar o social ao CRM, para medir não o número de seguidores, mas o número de oportunidades que a presença gerou. Sem essa ligação, andas a otimizar um número que não paga salários.
Tratamos o social como camada do Content Engine e do Demand Generation, medido por pipeline, não por seguidores. O objetivo é atrair o comprador certo, não encher um número.
Se a tua conta cresce em seguidores mas não em leads, estás a ganhar a métrica errada. O Diagnóstico mostra o que corrigir.