Inbound marketing é atrair clientes com conteúdo e experiências úteis, em vez de os interromper com publicidade. Em vez de perseguir a audiência, cria-se a razão para ela vir ter connosco, e depois liga-se cada interação a um sistema que a acompanha até à compra.
O contexto que o torna necessário é conhecido: a pesquisa orgânica está mais competitiva, o alcance orgânico nas redes caiu e os custos de aquisição sobem. As táticas que davam resultado exigem hoje mais recursos para o mesmo retorno. O inbound responde a isso construindo um ativo que se autossustenta.
O termo foi cunhado pela HubSpot, que substituiu o velho funil pelo flywheel: em vez de um topo que tem de ser sempre reabastecido, um ciclo em que os clientes satisfeitos alimentam a atração de novos. Assenta em três fases:
Filosofia: foco em compreender e resolver a necessidade do cliente, não em empurrar produto.
Metodologia: começa pela definição da persona e do ICP, dos objetivos de negócio (SMART) e da pesquisa de mercado e concorrência, e só depois passa a conteúdo, campanhas e reporting. Sem esse trabalho a montante, o inbound vira produção de conteúdo sem direção.
Ferramentas: o inbound precisa de blog, SEO, e-mail, automação, formulários e reporting a trabalhar como sistema. É por isso que assenta bem numa plataforma única como o HubSpot, onde a atração, a conversão e a análise partilham os mesmos dados, em vez de viverem em ferramentas soltas.
O inbound só funciona ligado a um sistema. É esse o nosso trabalho de Content Engine e Demand Generation: a estratégia e o sistema primeiro, o conteúdo e as campanhas depois, tudo instrumentado no HubSpot para se medir o que gera pipeline.
Se produzes conteúdo mas não consegues ligá-lo a receita, tens inbound a meio: a parte de atrair sem a parte de converter. O Diagnóstico mostra onde está o corte.